
Destacamos
1) Análises para tomada de decisão sobre oportunidades de investimento;
2) Identificação de potenciais alvos alinhados à estratégia de negócios;
3) Avaliação de potenciais alvos, por meio de fluxo de caixa descontado e múltiplos;
4) Valuation da empresa;
5) Preparação de teaser e memorando de informações;
6) Condução de negociações no processo de M&A
7) Redução de atritos e desconfortos entre vendedor e comprador.


Valuation
Muitos empresários acreditam que o Valuation (a avaliação do valor de mercado de uma empresa) só deve ser feito no momento de uma venda ou da entrada de um sócio. No entanto, essa é uma visão limitada.
Mesmo que o objetivo principal não seja vender o negócio, o Valuation funciona como um raio-X estratégico e financeiro indispensável. Ele serve como uma ferramenta de gestão contínua.
Aqui estão as principais razões pelas quais fazer um Valuation é crucial, mesmo mantendo o controle total da empresa:
1 - Direcionamento Estratégico
(Onde focar para crescer?)
O processo de Valuation não entrega apenas um número final; ele desmonta as engrenagens do negócio para entender o que gera ou destrói valor.
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Você passa a enxergar claramente quais linhas de produtos, filiais ou contratos trazem mais retorno sobre o capital investido.
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Permite alinhar o planejamento estratégico a metas que realmente aumentem o valor patrimonial do negócio a longo prazo, e não apenas o faturamento imediato.
2 - Gestão de Riscos e Tomada de Decisão
Ao avaliar a empresa, analisam-se os riscos de mercado, a dependência de clientes específicos, o endividamento e a eficiência operacional.
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Decisões de Investimento: Ajuda a avaliar se um novo projeto, a compra de um maquinário ou a expansão para um novo mercado vai gerar um retorno superior ao custo de capital da empresa.
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Ponto de Equilíbrio: Mostra o quão resiliente o negócio é diante de flutuações macroeconômicas..
3 - Planejamento Sucessório e Societário
(Prevenção de Conflitos)
Mudanças acontecem e o futuro é imprevisível. Ter um valuation atualizado protege o negócio em cenários de transição:
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Sucessão Familiar: Facilita a divisão justa de bens ou a transição de comando para herdeiros, evitando disputas judiciais que podem quebrar a empresa.
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Acordo de Sócios: Define regras claras de saída ou entrada de parceiros. Se um sócio decidir sair por motivos pessoais, o critério de avaliação já estará preestabelecido, evitando litígios.
4 - Atração de Talentos
(Stock Options e Partnership)
Para reter executivos-chave e talentos de alta performance, muitas empresas utilizam modelos de Partnership ou planos de Stock Options (opções de compra de ações).
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Para oferecer participação na empresa aos funcionários, é obrigatório saber quanto valem essas cotas ou ações. Sem um valuation, fica impossível desenhar um modelo de incentivo que seja justo e atraente.
5 - Facilidade na Captação de Recursos e Crédito
Se a empresa precisar de capital para expandir (via financiamento bancário, emissão de debêntures ou fundos de investimento), o valuation demonstra robustez e governança.
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Empresas que conhecem seu próprio valor e têm suas finanças auditadas/avaliadas conseguem negociar taxas de juros menores e melhores condições de prazo, pois o risco percebido pelos credores diminui drasticamente.
6 -Preparação para Oportunidades Não Planejadas
O mercado é dinâmico. Mesmo que você não queira vender hoje, uma proposta irrecusável de um concorrente, de um fundo de Private Equity ou uma oportunidade de fusão (M&A) pode surgir bater à sua porta amanhã.
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Estar com o valuation pronto e atualizado permite que você negocie de igual para igual, sabendo exatamente o chão em que está pisando, evitando fechar um mau negócio por pura falta de preparação ou pressa.
Em resumo: O valuation não é um evento de despedida, mas sim um indicador de desempenho master. Assim como um médico monitora os indicadores de saúde de um paciente para mantê-lo forte, o empresário utiliza o valuation para garantir que o seu patrimônio continue gerando riqueza e eficiência operacional.
Processo Seller's side
1. Cliente contrata a Values2B - (NDA e exclusividade);
2. Reunião com o cliente para entender o perfil e planos da empresa quanto ao seu:
a. ramo de atividade,
b. faturamento,
c. tipo de investimento adequado,
d. tipo de transação.
3. Aceite para desenvolver o projeto com o cliente;
5. Proposta para analise do cliente;
6. Acertos e aceite da proposta pelo cliente e inicio do processo:
Valuation, confecção do teaser e infomemo;
7. Busca do investidor em potencial com sinergia para o business proposto;
8. Ao aceite do investidor inicia-se o processo de M&A.